Brasília, sexta-feira, 7 de agosto de 2015 - 11:57
REPÚDIO
Frente pela Democracia faz ato contra ataque ao Instituto Lula
Fonte: Portal Vermelho
Frente #TodosPelaDemocracia é responsável pela convocação do ato, que repudia o atentado a bomba contra o Instituto Lula, ocorrido dia 30 de julho.
Divulgação
Manifestantes de diversos movimentos sociais realizam nesta sexta-feira (7), ao meio-dia, um ato contra o fascismo e em solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A frente #TodosPelaDemocracia é responsável pela convocação do ato, que repudia o atentado a bomba contra o Instituto Lula, ocorrido dia 30 de julho.
Além de rechaçar a onda fascista de grupos da oposição, a manifestação tem como objetivo resgatar as conquistas da democracia. Entre as entidades participantes da frente estão juristas, intelectuais, artistas, líderes religiosos, movimentos sociais e sindicais como: CTB, CUT, CSB, CMP, Consulta Popular, FLM, UMM e partidos políticos (PCdoB, PT, PCO e PDT).
Um outro ato está previsto para o dia 16 de agosto, organizado pelo movimento sindical e entidades da sociedade civil. "A partir de agora, nós, dirigentes, vamos construir em nossas bases essa grande mobilização em defesa do Brasil, dos empregos e dos avanços sociais. E tudo isso se traduz, também, na defesa do presidente Lula", disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.
Para o dirigente, o atentado é "inadmissível". "É um tipo de atitude que aconteceu poucas vezes na história do nosso País e que repudiamos fortemente. Um comportamento de gente pequena, atormentada, pessoas que, com certeza, não deram um centésimo da contribuição que o presidente Lula deu ao Brasil e ao mundo", afirmou Marques.
"Será uma vigília contra a intolerância e em defesa do legado do companheiro Lula, a maior liderança da classe trabalhadora brasileira, que tem sido alvo de ataques de intolerantes e fascistas", afirma o presidente da CUT, Vagner Freitas.
"Não aceitaremos retrocessos nem desrespeito à democracia. Vamos mostrar a importância de Lula para a classe trabalhadora brasileira e para o Brasil e também que estamos preparados para defender o ex-presidente e o seu legado", concluiu Vagner.
Além de rechaçar a onda fascista de grupos da oposição, a manifestação tem como objetivo resgatar as conquistas da democracia. Entre as entidades participantes da frente estão juristas, intelectuais, artistas, líderes religiosos, movimentos sociais e sindicais como: CTB, CUT, CSB, CMP, Consulta Popular, FLM, UMM e partidos políticos (PCdoB, PT, PCO e PDT).
Um outro ato está previsto para o dia 16 de agosto, organizado pelo movimento sindical e entidades da sociedade civil. "A partir de agora, nós, dirigentes, vamos construir em nossas bases essa grande mobilização em defesa do Brasil, dos empregos e dos avanços sociais. E tudo isso se traduz, também, na defesa do presidente Lula", disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.
Para o dirigente, o atentado é "inadmissível". "É um tipo de atitude que aconteceu poucas vezes na história do nosso País e que repudiamos fortemente. Um comportamento de gente pequena, atormentada, pessoas que, com certeza, não deram um centésimo da contribuição que o presidente Lula deu ao Brasil e ao mundo", afirmou Marques.
"Será uma vigília contra a intolerância e em defesa do legado do companheiro Lula, a maior liderança da classe trabalhadora brasileira, que tem sido alvo de ataques de intolerantes e fascistas", afirma o presidente da CUT, Vagner Freitas.
"Não aceitaremos retrocessos nem desrespeito à democracia. Vamos mostrar a importância de Lula para a classe trabalhadora brasileira e para o Brasil e também que estamos preparados para defender o ex-presidente e o seu legado", concluiu Vagner.
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