Brasília, quarta-feira, 23 de abril de 2014 - 14:10
TRABALHADORES
Desemprego segue tendência estável e tem a menor taxa para março
Fonte: Portal CTB
Número de desempregados foi estimado em 1,2 mi, estável em relação a fevereiro e 11,6% a menos do que em março do ano passado
A taxa de desemprego calculada pelo IBGE em seis regiões metropolitanas ficou estável de fevereiro para março, passando de 5,1% a 5%, no menor índice para o mês desde o início da série histórica, em março de 2002. No ano passado, a taxa foi de 5,7%. O resultado foi divulgado na última quinta-feira (17) pelo IBGE. No primeiro trimestre, a taxa média foi de 5%, também a menor para o período.
Segundo o instituto, o número de desempregados foi estimado em 1.214 milhão, estável em relação a fevereiro e 11,6% a menos do que em março do ano passado – 159 mil a menos em 12 meses. Esse recuo se deu, basicamente, pela saída de pessoas do mercado de trabalho. Pelos dados do IBGE, a população economicamente ativa (PEA) diminuiu 0,6% ante março de 2013, o correspondente a menos 157 mil pessoas.
O total de ocupados (22.924 milhões) ficou estável nas duas comparações. E os trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11.675 milhões) aumentou 2% em relação a março de 2013, acréscimo de 233 mil empregos formais. Na mesma base de comparação, os empregados sem carteira (2.007 milhões) caíram 10,8%, com 242 mil a menos nessa condição. Os "com carteira" somam 50,9% do total de ocupados.
Também em 12 meses, aumentou o número de ocupados nos setores de educação, saúde e administração pública (1,5%, ou 58 mil a mais) e outros serviços (1,6%, ou 64 mil a mais). Caíram, principalmente, o comércio (-1,1 mil, menos 49 mil) e os serviços domésticos (-4,6%, 66 mil a menos).
O rendimento médio, estimado em R$ 2.026,60, não variou de forma significativa no mês, de acordo com o IBGE. Em relação a março do ano passado, cresceu 3%.
Segundo o instituto, o número de desempregados foi estimado em 1.214 milhão, estável em relação a fevereiro e 11,6% a menos do que em março do ano passado – 159 mil a menos em 12 meses. Esse recuo se deu, basicamente, pela saída de pessoas do mercado de trabalho. Pelos dados do IBGE, a população economicamente ativa (PEA) diminuiu 0,6% ante março de 2013, o correspondente a menos 157 mil pessoas.
O total de ocupados (22.924 milhões) ficou estável nas duas comparações. E os trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11.675 milhões) aumentou 2% em relação a março de 2013, acréscimo de 233 mil empregos formais. Na mesma base de comparação, os empregados sem carteira (2.007 milhões) caíram 10,8%, com 242 mil a menos nessa condição. Os "com carteira" somam 50,9% do total de ocupados.
Também em 12 meses, aumentou o número de ocupados nos setores de educação, saúde e administração pública (1,5%, ou 58 mil a mais) e outros serviços (1,6%, ou 64 mil a mais). Caíram, principalmente, o comércio (-1,1 mil, menos 49 mil) e os serviços domésticos (-4,6%, 66 mil a menos).
O rendimento médio, estimado em R$ 2.026,60, não variou de forma significativa no mês, de acordo com o IBGE. Em relação a março do ano passado, cresceu 3%.
Últimas notícias
31/7 - 12:58 |
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Notícias relacionadas
31/7 - 12:58 |
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
20/7 - 10:24 |
Recesso reduz janela de votações e coloca PEC da jornada de trabalho diante de seu momento decisivo no Senado
16/7 - 10:2 |
A IA ainda não destrói empregos. Apenas começou pelos jovens
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
20/7 - 10:24 |
Recesso reduz janela de votações e coloca PEC da jornada de trabalho diante de seu momento decisivo no Senado
16/7 - 10:2 |
A IA ainda não destrói empregos. Apenas começou pelos jovens

