Brasília, quarta-feira, 14 de maio de 2014 - 13:8
ELEIÇÕES
Brasil vai ter 141 milhões de eleitores aptos a votar em outubro
Fonte: Diap
Informações foram divulgadas após fim do prazo para regularização do título de eleitor. Balanço final será concluído até dia 21 de julho
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio Mello, anunciou na sexta-feira (9) que houve crescimento de 4,43% no número de eleitores aptos a votar nas eleições de outubro.
De acordo com balanço parcial divulgado pelo ministro, o pleito deste ano contará com 141,8 milhões de eleitores. Em 2010, foram 135,8 milhões, o que representa aumento de 6 milhões de eleitores.
Os dados revelam ainda que foi superada a meta de cadastramento de eleitores pela biometria. Os dados revelam ainda que foi superada a meta de cadastramento de eleitores pela biometria.
Os números também mostram aumento de mais de 600% no número de solicitações de pessoas com deficiência para votar em seções especiais. De 1º de janeiro a 7 de maio, 1,04 milhões de eleitores fizeram o pedido na Justiça Eleitoral. Nas eleições de 2010, o número chegou a 148 mil.
De acordo com o levantamento, houve diminuição de 47,32% no número de eleitores que pediram transferência de domicílio eleitoral. Neste ano, foram 1,13 milhão de transferências efetivadas, contra 2,13 milhões no pleito passado.
A Justiça Eleitoral também superou em 6,28% a meta de cadastrar 22 milhões de eleitores por meio da biometria. Até o dia 7 de maio, foram realizados 23,3 milhões de cadastros. Na eleição passada, a biometria foi usada para a identificação de 1,1 milhão.
O ministro Marco Aurélio destacou também como expressivo o número de solicitações de deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida para votar em seções especiais. O número saltou de 148.102 eleitores em 2010 para 1.047.263. Ou seja, um incremento de 707,12%.
O ministro Marco Aurélio aproveitou a oportunidade para fazer um apelo ao comparecimento de todos os eleitores às urnas, e contra as campanhas pela abstenção ou pelo voto em branco.
“O voto não é um valor isolado, pois resulta na escolha do representante de cada um. A sociedade não é vítima, considerados os maus políticas. Ela é autora, pois é ela que escolhe os seus representantes”, afirmou Marco Aurélio.
O primeiro turno das eleições será no dia 5 de outubro.
De acordo com balanço parcial divulgado pelo ministro, o pleito deste ano contará com 141,8 milhões de eleitores. Em 2010, foram 135,8 milhões, o que representa aumento de 6 milhões de eleitores.
Os dados revelam ainda que foi superada a meta de cadastramento de eleitores pela biometria. Os dados revelam ainda que foi superada a meta de cadastramento de eleitores pela biometria.
Os números também mostram aumento de mais de 600% no número de solicitações de pessoas com deficiência para votar em seções especiais. De 1º de janeiro a 7 de maio, 1,04 milhões de eleitores fizeram o pedido na Justiça Eleitoral. Nas eleições de 2010, o número chegou a 148 mil.
De acordo com o levantamento, houve diminuição de 47,32% no número de eleitores que pediram transferência de domicílio eleitoral. Neste ano, foram 1,13 milhão de transferências efetivadas, contra 2,13 milhões no pleito passado.
A Justiça Eleitoral também superou em 6,28% a meta de cadastrar 22 milhões de eleitores por meio da biometria. Até o dia 7 de maio, foram realizados 23,3 milhões de cadastros. Na eleição passada, a biometria foi usada para a identificação de 1,1 milhão.
O ministro Marco Aurélio destacou também como expressivo o número de solicitações de deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida para votar em seções especiais. O número saltou de 148.102 eleitores em 2010 para 1.047.263. Ou seja, um incremento de 707,12%.
O ministro Marco Aurélio aproveitou a oportunidade para fazer um apelo ao comparecimento de todos os eleitores às urnas, e contra as campanhas pela abstenção ou pelo voto em branco.
“O voto não é um valor isolado, pois resulta na escolha do representante de cada um. A sociedade não é vítima, considerados os maus políticas. Ela é autora, pois é ela que escolhe os seus representantes”, afirmou Marco Aurélio.
O primeiro turno das eleições será no dia 5 de outubro.
Últimas notícias
31/7 - 12:58 |
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Notícias relacionadas
31/7 - 12:58 |
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
20/7 - 20:3 |
PEC 221/19 corre contra o relógio: depois das eleições, a redução da jornada pode entrar na gaveta do Senado
20/7 - 10:24 |
Recesso reduz janela de votações e coloca PEC da jornada de trabalho diante de seu momento decisivo no Senado
13/7 - 10:53 |
Para além da reconstrução, que sindicalismo o Brasil precisa reinventar?
6/7 - 16:52 |
CazéTV, Globo e as bets: o verdadeiro debate é o poder econômico ou o monopólio da narrativa?
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
20/7 - 20:3 |
PEC 221/19 corre contra o relógio: depois das eleições, a redução da jornada pode entrar na gaveta do Senado
20/7 - 10:24 |
Recesso reduz janela de votações e coloca PEC da jornada de trabalho diante de seu momento decisivo no Senado
13/7 - 10:53 |
Para além da reconstrução, que sindicalismo o Brasil precisa reinventar?
6/7 - 16:52 |
CazéTV, Globo e as bets: o verdadeiro debate é o poder econômico ou o monopólio da narrativa?

