Brasília, segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 - 16:45
EDUCAÇÃO
CNE autoriza crianças de 5 anos no ensino fundamental
Fonte: Brasília Confidencial
O ministro da Educação, Fernando Haddad, deverá homologar nesta semana resolução do Conselho Nacional de Educação que fixa as regras de matrícula para o novo ensino fundamental de nove anos, a ser implantado em todo o país a partir de 2010.
O CNE decidiu que devem ingressar no curso as crianças que completam seis anos até 31 de março do ano letivo, ao mesmo tempo em que flexibilizou a norma para as crianças que já tenham cursado pelo menos dois anos de educação infantil. Elas poderão, excepcionalmente, iniciar o ensino fundamental com 5 anos de idade.
"Isso foi feito para evitar uma situação muito constrangedora que é você explicar para uma criança de 6 anos, que nasceu em abril, que todos os seus coleguinhas vão para o ensino fundamental e ela não. Seria um absurdo", argumenta o presidente da Câmara de Educação Básica do CNE, Cesar Callegari.
A resolução valerá apenas para 2010. Para os próximos ano a "idade de corte" será definida por lei, a ser aprovada pelo Congresso, e valerá igualmente para as redes pública e particular.
Últimas notícias
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Notícias relacionadas
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
31/3 - 19:26 |
Novo PNE prevê combate ao analfabetismo e incentivo à formação de docentes
9/4 - 8:24 |
MEC publica diretrizes operacionais para dispositivos digitais em escolas
3/2 - 17:47 |
Desafios das negociações coletivas
27/1 - 18:59 |
Negociações coletivas 2025: O desafio de superar as desigualdades salariais na educação

