Brasília, quarta-feira, 29 de abril de 2009 - 16:15
APOSENTADORIA
Fator poderá ser votado diretamente no plenário da Câmara
Fonte: Diap
O projeto que extingue o fator previdenciário (PL 3.299/08), do senador Paulo Paim (PT/RS), poderá ser votado diretamente no plenário da Câmara dos Deputados. Pedido de urgência está na ordem do dia, mas não foi votado porque a pauta está trancada por medida provisória.
O requerimento de urgência 4.135/09, do deputado João Dado (PDT/SP), apresentado no dia 17 de fevereiro, não foi votado nesta segunda (28) porque a MP 458/09, que autoriza a transferência sem licitação de terrenos da União, com até 1,5 mil hectares, na Amazônia Legal, a quem esteja em sua posse antes de dezembro de 2004, está impedindo que outras matérias sejam apreciadas.
Mudança na tramitação
A aprovação do pedido de urgência fará com que o projeto que põe fim ao fator passe a ser discutido e tenha sua votação concluída diretamente no plenário da Câmara. Com isso, os pareceres pendentes das Comissões de Finanças e Tributação e da Constituição e Justiça deverão ser apresentados e votados imediatamente pelos deputados em sessão da Casa.
O PL 3.299/08 está em discussão na Comissão de Finanças e Tributação, sob a relatoria do deputado Pepe Vargas (PT/RS). O parlamentar ainda não apresentou seu parecer. Ato contínuo, a matéria deverá ser apreciada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de ser votada no plenário da Câmara.
Ao tomar conhecimento do pedido de urgência, o senador Paulo Paim disse que "estamos na reta final para a aprovação do fator. É hora de intensificar ainda mais a luta e pressionar os deputados para que, em plenário, votem a favor dos brasileiros".
Últimas notícias
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Notícias relacionadas
O bolsonarismo não é conservador. É reacionário
22/6 - 8:56 |
Pejotização avança e esvazia proteção trabalhista
18/6 - 20:45 |
Freio para os trabalhadores e acelerador para as despesas
16/6 - 16:51 |
“Liberdade” para quem? PEC 12 não é “alternativa” é contrária à PEC 221
9/6 - 10:11 |
O Tema 1389 é a próxima batalha que pode redefinir o futuro do trabalho no Brasil

