Brasília, terça-feira, 5 de novembro de 2013 - 11:54
PRIORIDADE
Relator apoia proposta de mais verbas para educação infantil
Fonte: Portal Vermelho
Apoio é dado a projeto que prevê bônus da assinatura de contrato do pré-sal para educação e saúde de crianças
É pela aprovação do projeto, o relatório do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), à proposta de lei que destina os bônus de assinaturas (valor pago pela concessionária vencedora de licitação de campos exploratórios de petróleo e gás do pré-sal) exclusivamente a educação infantil.
Na avaliação de Arruda, "priorizar a educação básica é essencial para garantirmos uma sociedade mais rica e igualitária no futuro".
O projeto, que foi apresentado em agosto pelos senadores Cristóvam Buarque (PDT-DF) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), determina que o bônus de assinatura de todos os contratos de partilha de produção de blocos de petróleo e gás natural na área do pré-sal sejam destinados exclusivamente à educação infantil e saúde.
Inácio Arruda ressaltou que vários estudos mostram que o fator determinante da renda no Brasil é a educação: “Fortalecer a educação básica é a forma mais segura de garantir aumento de produtividade e, consequentemente de rendimentos, de forma uniforme para toda a população", explica.
Outro setor que o projeto destina verbas é a saúde pública infantil, que, de acordo com o relator, carece de recursos e "é preciso direcionar" o bônus de assinatura.
Ele ressalta também que o Brasil ocupa a "vergonhosa" 97ª colocação no ranking mundial sobre a redução na mortalidade infantil, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU). "Temos 16,7 mortes de crianças com menos de um ano por 1.000 nascidos vivos", frisa.
Para Inácio, mesmo com a sanção da lei n° 12.858 de 2013 em setembro, que destina parcela das receitas do petróleo para educação e saúde (em geral), não serão suficientes para atender os dois setores no início da próxima década, que poderão depender de R$50 bilhões por ano.
O senador tem a mesma posição sobre o campo de Libra, cujo bônus de assinatura fixado em R$15 bilhões, poderia ´atenuar’ a questão de financiamento de educação e saúde. "Se a lei já estivesse em vigor, esses recursos seriam carimbados para educação", afirmou Ferraço.
Na avaliação de Arruda, "priorizar a educação básica é essencial para garantirmos uma sociedade mais rica e igualitária no futuro".
O projeto, que foi apresentado em agosto pelos senadores Cristóvam Buarque (PDT-DF) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), determina que o bônus de assinatura de todos os contratos de partilha de produção de blocos de petróleo e gás natural na área do pré-sal sejam destinados exclusivamente à educação infantil e saúde.
Inácio Arruda ressaltou que vários estudos mostram que o fator determinante da renda no Brasil é a educação: “Fortalecer a educação básica é a forma mais segura de garantir aumento de produtividade e, consequentemente de rendimentos, de forma uniforme para toda a população", explica.
Outro setor que o projeto destina verbas é a saúde pública infantil, que, de acordo com o relator, carece de recursos e "é preciso direcionar" o bônus de assinatura.
Ele ressalta também que o Brasil ocupa a "vergonhosa" 97ª colocação no ranking mundial sobre a redução na mortalidade infantil, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU). "Temos 16,7 mortes de crianças com menos de um ano por 1.000 nascidos vivos", frisa.
Para Inácio, mesmo com a sanção da lei n° 12.858 de 2013 em setembro, que destina parcela das receitas do petróleo para educação e saúde (em geral), não serão suficientes para atender os dois setores no início da próxima década, que poderão depender de R$50 bilhões por ano.
O senador tem a mesma posição sobre o campo de Libra, cujo bônus de assinatura fixado em R$15 bilhões, poderia ´atenuar’ a questão de financiamento de educação e saúde. "Se a lei já estivesse em vigor, esses recursos seriam carimbados para educação", afirmou Ferraço.
Últimas notícias
31/7 - 12:58 |
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Notícias relacionadas
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
20/7 - 20:3 |
PEC 221/19 corre contra o relógio: depois das eleições, a redução da jornada pode entrar na gaveta do Senado
20/7 - 10:24 |
Recesso reduz janela de votações e coloca PEC da jornada de trabalho diante de seu momento decisivo no Senado
16/7 - 10:2 |
A IA ainda não destrói empregos. Apenas começou pelos jovens
14/7 - 12:16 |
PEC da jornada de 40 horas fica parada no Senado e adia expectativa de milhões de trabalhadores
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
20/7 - 20:3 |
PEC 221/19 corre contra o relógio: depois das eleições, a redução da jornada pode entrar na gaveta do Senado
20/7 - 10:24 |
Recesso reduz janela de votações e coloca PEC da jornada de trabalho diante de seu momento decisivo no Senado
16/7 - 10:2 |
A IA ainda não destrói empregos. Apenas começou pelos jovens
14/7 - 12:16 |
PEC da jornada de 40 horas fica parada no Senado e adia expectativa de milhões de trabalhadores

