Brasília, terça-feira, 15 de outubro de 2013 - 16:47
GÊNERO
Mulheres ocuparam 65,5% dos empregos formais em 2012
Fonte: Agência Brasil
Apesar do aumento da qualificação das mulheres, remuneração média da mão de obra em 2012 continua menor do que a dos homens, R$ 1.850 para elas; a R$ 2.250 para eles
Dos cerca de 1,1 milhão de empregos criados no ano passado, 754,2 mil foram ocupados por mão de obra feminina – o que representa 65,6% do total, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, na sexta-feira (11), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
"A mulher vem aumentando consistentemente a sua participação no mercado de trabalho formal e o vem fazendo, sobretudo, nos ensinos médio completo e incompleto e superior completo", informou o Ministério do Trabalho, em nota.
Os dados da Rais mostram que, do total de mulheres com novos empregos em 2012, 59,7% têm ensino médio completo e 45,9%, ensino superior completo. Em relação ao ensino médio, foram 450 mil mulheres a mais com essa formação inseridas no mercado de trabalho no período. Com ensino superior completo, foram 346,7 mil.
O aumento da participação feminina e a constatação da qualificação das mulheres não significou, no entanto, que o salário delas alcançou o dos homens. A remuneração média da mão de obra feminina em 2012 foi R$ 1.850; a dos homens, R$ 2.250.
Em 2011, o salário médio das mulheres era R$ 1.802, teve aumento de R$ 48 em 2012 em relação à remuneração do ano anterior, 2,62% a mais. Ainda assim, tanto o aumento quanto o salário total delas ficou abaixo da média nacional no ano passado (R$ 60 e R$ 2.080, respectivamente).
Segundo a Rais, 2012 gerou metade dos empregos formais verificados em 2011. Em 2012, foram cerca de 1,1 milhão de postos de trabalho formal a mais. No ano anterior, foram aproximadamente 2,2 milhões.
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciadas pelo Ministério do Trabalho, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.
"A mulher vem aumentando consistentemente a sua participação no mercado de trabalho formal e o vem fazendo, sobretudo, nos ensinos médio completo e incompleto e superior completo", informou o Ministério do Trabalho, em nota.
Os dados da Rais mostram que, do total de mulheres com novos empregos em 2012, 59,7% têm ensino médio completo e 45,9%, ensino superior completo. Em relação ao ensino médio, foram 450 mil mulheres a mais com essa formação inseridas no mercado de trabalho no período. Com ensino superior completo, foram 346,7 mil.
O aumento da participação feminina e a constatação da qualificação das mulheres não significou, no entanto, que o salário delas alcançou o dos homens. A remuneração média da mão de obra feminina em 2012 foi R$ 1.850; a dos homens, R$ 2.250.
Em 2011, o salário médio das mulheres era R$ 1.802, teve aumento de R$ 48 em 2012 em relação à remuneração do ano anterior, 2,62% a mais. Ainda assim, tanto o aumento quanto o salário total delas ficou abaixo da média nacional no ano passado (R$ 60 e R$ 2.080, respectivamente).
Segundo a Rais, 2012 gerou metade dos empregos formais verificados em 2011. Em 2012, foram cerca de 1,1 milhão de postos de trabalho formal a mais. No ano anterior, foram aproximadamente 2,2 milhões.
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciadas pelo Ministério do Trabalho, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.
Últimas notícias
31/7 - 12:58 |
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Nem reconstruir, nem reinventar, o sindicalismo precisa voltar a pulsar
31/7 - 12:42 |
O capitalismo órfão do Estado e a fantasia que desaba diante da realidade
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
22/7 - 13:13 |
Oposição à Contribuição Assistencial Laboral da educação básica
21/7 - 9:40 |
Aditivo à Convenção do Ensino Superior garante 4,11%, novo piso de R$ 1.650 e amplia benefícios para auxiliares
Notícias relacionadas
31/7 - 12:27 |
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
20/7 - 20:3 |
PEC 221/19 corre contra o relógio: depois das eleições, a redução da jornada pode entrar na gaveta do Senado
16/7 - 10:2 |
A IA ainda não destrói empregos. Apenas começou pelos jovens
14/7 - 12:16 |
PEC da jornada de 40 horas fica parada no Senado e adia expectativa de milhões de trabalhadores
14/7 - 12:9 |
Juventude feminina paga conta invisível do cuidado, revela pesquisa sobre ciclo precoce de sobrecarga e desigualdade
Alvo da direita conservadora, o voto feminino pode definir os rumos das eleições
20/7 - 20:3 |
PEC 221/19 corre contra o relógio: depois das eleições, a redução da jornada pode entrar na gaveta do Senado
16/7 - 10:2 |
A IA ainda não destrói empregos. Apenas começou pelos jovens
14/7 - 12:16 |
PEC da jornada de 40 horas fica parada no Senado e adia expectativa de milhões de trabalhadores
14/7 - 12:9 |
Juventude feminina paga conta invisível do cuidado, revela pesquisa sobre ciclo precoce de sobrecarga e desigualdade

